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 além do que os olhos podem ver [titulo péssimo, mas to sem criatividade para isso e.e]

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Désirée Nancy Morgenst
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MensagemAssunto: além do que os olhos podem ver [titulo péssimo, mas to sem criatividade para isso e.e]   Qui Maio 31, 2012 10:08 am

Beleza, em geral escrevo e escondo, vo colocar aki apenas a introdução da história, dependendo dos comentários e de como for recebido eu escrevo mais...


Introdução


Os gritos da Senhora Fitzherbert podiam ser ouvidos por toda casa, o Senhor Lucio Fitzherbert, andava de um lado para outro na sala, acompanhado pelos olhos de seu grande amigo Lorde Brounée, um homem gordo e calvo com seus quarenta e poucos anos.
- Vamos meu amigo, se acalme Dizia o Lorde se levantando e colocando a mão no ombro do amigo.
Lucio já estava no seu terceiro charuto, e na sexta xicara de café, aquele era seu primeiro filho, e para ele a demora já se prolongara de mais.
- Já se passaram três horas Erick... Três horas… algo está errado- respondia Lucio ao amigo, dando mais uma longa tragada em seu charuto.
-É assim mesmo, logo seu garoto estará em seus braços.Dizia o conde dando um largo sorriso.
- Espero que seja uma linda garotinha…
Pode parecer estranho, mas o sonho de Lucio sempre fora ter uma garota, com os longos cabelos loiros e bochechas rosadas como a mãe. Lucio sempre fora um homem peculiar, tinha um coração muito bondoso e justo, o que nunca o tornara um homem bobo quando se tratava de negócios, era um ótimo negociante, na verdade o melhor de seu ramo. Era considerado um homem poderoso, tinha várias propriedades, e três lojas apenas em sua cidade.
O Lorde tentava acalmar o amigo, que continuava a andar de um lado para outro, dizendo que iria invadir o quarto, porem sem coragem de fazê-lo, até que os gritos no andar de cima cessam, e em seguida um choro é ouvido, era o choro do novo membro da família de Lucio.

- Nasceu, nasceu... meu senhor, nasceu gritava Justina, uma das criadas mais antiga da casa
- E o que é? – a voz de Lucio mal saiu e ele já voava escada acima sem esperar a resposta da senhora que corria atrás dele.
O quarto era amplo, com uma grande cama, que no momento estava cercada por mais duas criadas da casa e pela parteira, sobre a cama Juliet, a esposa de Lucio, lágrimas desciam de seus olhos, seus cabelos sempre tão bem escovados, arrumados e limpos, desciam por seu rosto bagunçados e sujos, e apesar do suor em todo seu rosto ou dos cabelos, ela ainda conseguia permanecer linda. Mas o que era aquilo em seus braços? Um pequeno embrulho, que ela parecia ninar.
Lucio da um passo trôpego em direção a sua esposa e ao pequeno bebê em seu colo, ele ainda não havia percebido, mas de seus olhos desciam lágrimas silenciosas e emocionadas por saber que realmente tinha um filho. Quando chega perto o suficiente para ver o bebe, percebe que em sua cabeça já havia cabelo, pequenos e ralos, mas estavam ali, lindos fios loiros como o da mãe. O bebê olha na direção do pai, Lucio não aguenta, e estende os braços para segurar pela primeira vez...

- É tão... perfeito – as palavras saem de sua boca em um tom baixo, com medo que sua voz pudesse vir a assustar a pequena e tão maravilhosa criatura que agora repousava tranquilamente em seus braços
- Perfeita meu amor, perfeita… é uma garotinha – a voz de Juliet sai fraca e arrastada.
- Uma garota... Uma linda e perfeita garotinha – Lucio vai à janela com a bebe ainda em seu colo, e mostrando a ela tudo que estava lá fora continua falando- Se me for possível lhe darei tudo que seus olhos podem ver minha pequena princesa, mas se eu não puder, tenha certeza, lhe darei meu melhor, por que a partir de hoje, você será meu mundo!
Todos que estavam no quarto se emocionam ao ouvir as palavras do pai para sua filha, o Lorde que acabara de chegar ao quarto, se encosta no portal da porta observando a cena.
Juliet olhava para o marido e a filha quando, estava sem forças para reagir, ou para comentar, mas de seus olhos desciam lágrimas, lágrimas de medo, ela sabia o que a esperava, o parto da filha havia sido difícil e ela havia adoecido durante sua gravidez, uma doença cruel e devastadora, ela poderia ter se salvado, mas sua salvação teria custado a vida de sua pequena bebe, tão frágil e delicada e sua vida dependia de ela ser forte, e aguentar firme, permanecer viva até o ultima dia de gestação e em um ultimo ato de amor pela filha e pelo marido entregar a própria vida em prol da vida de sua filha, ela havia aceitado isso, e agora que via a felicidade que consumia toda a casa, seu marido e mesmo os criados da casa pela chegada de sua filha tinha ainda mais certeza de que tomara a decisão certa.

- Laira… quero que o nome dela seja Laira...
Todos nos quarto olharam para Juliet na cama, e agora que olhava bem para a esposa Lucio percebia que ela não parecia bem, entrega sua filha nas mãos de Justina e se senta ao lado da esposa na cama.
- Claro meu amor, -dizia Lucio segurando a mão da esposa- o nome dela será Laira... Laira Fitzherbert.
-Não, o nome dela será Laira Wilians Fitzherbert… quero que ela tenha o nome de minha família- Juliet da um suspiro, tentando permanecer ali, apenas por mais alguns segundos- por favor, me prometa. Prometa que esse será o nome dela...
A apreensão no quarto era quase tangível, todas as atenções voltadas a jovem que desfalecia na cama, e fazia um ultimo desejo, a respiração de Lucio era ofegante, ele parecia desesperado, o grande amor de sua vida estava ali, na cama e ao que parecia, não continuaria com ele por muito tempo, ele se curva tocando levemente os lábios da esposa com os seus.
- Eu prometo meu amor... eu prometo…- Ele se vira olhando para Justine que se aproxima entregando-lhe a filha- Aqui está, nossa Laira, nossa vida e a semente de nosso grande amor, como testemunha de que cumprirei minha promessa.
Lucio coloca o bebe sobre o peito da esposa. Juliet estava tão feliz, que já não se importava tanto em morrer, e ao sentir o calor de sua filha tinha certeza da decisão que havia tomado, tinha certeza que valia a pena. E com esses pensamentos, uma mão sobre a filha e a outra segurando a mão do marido, ela se entrega em silencio, fechando os olhos e deixando escapar o ultimo resquício de vida que ainda havia em seu corpo.
A tristeza no quarto era tanta que mesmo a bebe, com poucos minutos de vida pôde sentir, e chorou sobre o corpo já sem vida da mãe, um choro de tristeza. Pobre criança, todos pensavam no quarto, um inicio trágico. Sim todos no quarto pensavam isso, menos uma pessoa, talvez ele já soubesse que a filha teria um grande futuro pela frente, ou, era o que tentava acreditar para aceitar o que acabara de acontecer.

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