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 Estudo dos Trouxas - Volume I

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Mollie E. Palmer
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MensagemAssunto: Estudo dos Trouxas - Volume I   Seg Abr 23, 2012 5:08 pm

Estudo dos Trouxas - Volume I
De Thomas Hengist Servoleo Riddle
Ed. Bruxa-Aria
Este artigo é uma transcrição de um livro, que possui direitos autorais.
O conteúdo dos livros pode ou não ser imaginação de seu autor.


Tabela de conteúdo [esconder]
1 O Autor
2 Dom Pedro I (D.Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon) 1798 –1834
3 Vital Brasil 1865-1950
4 Dom Pedro II (D. Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga) 1825 –1891
5 Agradecimentos
O Autor

Tomas Hengist Servoleo Riddle é diplomado em Hogwarts na Inglaterra, e se graduou da UBAM Universidade Britânica de Artes Mágicas. Começou a estudar aos 11 anos, era um dos melhores alunos da Sonserina e de toda a escola, nunca brigou com ninguém nem mesmo com pessoas da Grifinória. No 3º ano Tomas se tornou goleiro do time de quadribol da Sonserina. Ele sempre estudava mais para saber sempre mais a as matérias que ele mais estudava era: Defesa Contra Artes das Trevas, Arte das Trevas, Alquimia, Poções, Treinamento com Artefatos Mágicos, Feitiços e Estudo dos Trouxas. Diplomou-se com 18 anos de idade, daí por diante foi para a Grã-Bretanha aprofundar seus estudos na UBAM, graduou-se na UBAM com 23 anos. Após sair da UBAM ele foi trabalhar como representante do seu pai no Ministério Da Magia Inglês, o pai de Tomas era e é Ministro das Relações Internacionais de Magia da Inglaterra. Anos depois Tomas veio para o Brasil onde ficou sabendo sobre a ABAM e se ingressou para professor e hoje é o atual professor de Estudo dos Trouxas.
Dom Pedro I (D.Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon) 1798 –1834

O imperador D. Pedro I, do Brasil, nasceu no Paço da Real Quinta de Queluz em 12 de outubro.
De 1798 e faleceu no mesmo local em 24 de setembro de 1834; era filho de D. João VI, de Portugal, e de D. Carlota Joaquina de Bourbon. Desde muito cedo teve esmerada educação, adquirindo noções de História Natural, Música, Pintura e Escultura. Casou-se com a Arquiduquesa da Áustria, D. Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo Lorena. Príncipe Regente do Reino do Brasil em 1821 defrontou-se com sérios problemas, pela incompreensão entre facções contrárias: a dos portugueses, que não o reconheciam como Príncipe-Regente, e a dos brasileiros, que almejavam a independência do país.
Empreendendo diversas reformas Básicas, acirrou os ânimos entre portugueses e brasileiros. Convocado a retornar à Europa, para continuar sua educação, elegendo conseqüentemente uma Junta Provisória, desobedeceu à ordem, aqui permaneceu, no histórico episódio do "Fico". No dia 1º de agosto, assina um manifesto aos brasileiros, onde evidencia concretamente seu desejo de independência do país e promulga no mesmo dia um decreto que proíbe o desembarque de tropas portuguesas em território brasileiro. Em São Paulo é recebido com grandes aclamações, e no dia 5 de setembro, vai a Santos onde fica até o dia 6 e em seguida retorna a São Paulo. Às margens do riacho Ipiranga recebe comunicação de sua destituição da Regência, por emissários de José Bonifácio e D. Leopoldina. Declarou então rompidas as relações entre Brasil e Portugal e, retirando do chapéu as cores constitucionais portuguesas, atirando-as fora e dizendo:
"É preciso acabar com isto", depois de criticar o regime, completou: "Querem mesmo é escravizar o Brasil". Então, sob os vivas à Independência e ao Príncipe, bradou a decantada frase: "Independência ou morte!" Quando completava 24 anos de idade foi aclamado Imperador constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil,aos 12 de outubro de 1822. Seus restos mortais foram trasladados em 1972 para São Paulo, por ocasião dos festejos do esquicentenário da Independência.
Vital Brasil 1865-1950

Brasil (Vital) - Nasceu em Campanha, no estado de Minas Gerais, em 28 de abril de 1865.
Formado em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro. Lutou bravamente ao lado de Oswaldo Cruz para sanear o litoral brasileiro. O governo de São Paulo instalou numa fazenda de nome Butantã, às margens do rio Pinheiros, um laboratório para o fabrico de soros e vacinas, sendo Vital Brasil nomeado chefe dos cientistas que para ali se dirigiam. Em 1921, Vital Brasil foi hóspede oficial do Congresso Científico Pan Americano em Washington. De volta ao Brasil, deixou a direção do Instituto Butantã, fundando em Niterói o Instituto Vital Brasil.
Em 1924, voltou a dirigir o Instituto Butantã, deixando-o definitivamente em 1927. Faleceu o grande cientista em maio de 1950.
Dom Pedro II (D. Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga) 1825 –1891

Príncipe imperial, foi em 1831 aclamado segundo imperador do Brasil. Nasceu em São Cristóvão, em 2 de dezembro de 1825 e faleceu em Paris, em 5 de dezembro de 1891. Filho de D. Pedro I e D. Maria Leopoldina, foi herdeiro do trono do Brasil desde o nascimento.
Tinha cinco anos de idade quando da abdicação paterna e não pôde desde logo assumir a chefia do Poder Moderador. Apesar de tudo, sob a tutoria de José bonifácio de Andrada e Silva, foi imediatamente aclamado imperador. Sua formação propriamente dita ficou a cargo, no início de sua vida, de José Bonifácio. Falando para o Senado e Câmara Federal disse:
"Juro manter a religião católica apostólica romana, a integridade e a indivisibilidade do Império, observar e fazer observar a Constituição política da nação brasileira e mais leis do Império e prover ao bem geral do Brasil, quanto em mim couber". Foi coroado em 1841 e dois anos depois casou-se com D. Teresa Cristina, da qual teve quatro filhos: D. Afonso, Da. Isabel, Da. Leopoldina e D. Pedro Afonso. Durante quase 50 anos de governo, manteve absoluta integridade, colocando o interesse nacional acima das discussões políticas. Sempre foi resoluto nas suas atitudes e, e, 1872, com a mesma imparcialidade, seu traço característico, mandou prender e processar D. Vital e D. Macedo Costa, nas Questões dos Bispos de Olinda e Pará. De 1864 a 1870, D. Pedro II defrontou-se com dois problemas graves, a guerra contra o governo de Aguirre e aquela contra o Paraguai, que durou cinco anos.
Em 1871 a princesa Isabel assinava a Lei do Ventre Livre e em 1885 o próprio Imperador concedeu liberdade aos escravos sexagenários. Favoreceu em todo sentido a campanha da libertação dos escravos, que terminou com a assinatura da Lei Áurea aos 13 de maio de 1888, pela Princesa Isabel. Com a vinda do regime republicano, foi convidado a retirar-se do país, o que de fato fez, declinando de pensão de 5.000 contos de réis que lhe oferecia o Governo Provisório para radicar-se no estrangeiro. Morreu em Paris, dois anos depois do falecimento de Da. Teresa Cristina. Brasil"
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